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PROJETO RESGATE DA HISTÓRIA DE
ESTÂNCIA
JARDIM DE SERGIPE DEL REI
Procure a côr que deseja para visualizar melhor
Por: Francisco de Assis O.
da Cruz
Pontos
Turísticos, Pitorescos e Antigos Casarões
Parte
1 Parte 2 Parte 3
Parte
4 Parte 5 Parte
6
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Vista do Asilo Santo
Antonio, visto da Ponte do Bonfim
 Nossa
Feira atualmente é muito grande nesta foto aparece na entrada da rua da Usina,
e Rua da Opa, ela estende-se por toda Praça da Bandeira, indo até o burburum e
inicio da praça Barão do Rio Branco. Funciona todos os dias. Graças a
Deus o fruto da terra é ainda uma fartura, faltam oportunidades.
Artesanato e panelas de Barro
 Camarões
com sua forma local de venda, Litro, Terça, Na Bacia de Plástico temos o
famoso Sururú. E pertinho da Balança, Hummm! camarão Pitú. É de
deixar com água na boca não? Aliás somente para quem gosta, e quem nunca
experimentou está na hora, agora cuidado não vá comer uma bacia inteira ok?
Há mais uma coisa se você ficar viciado, o jeito mesmo é ficar em Estância e
sentir, ver como a cidade é maravilhosa. ATENÇÃO aproveitem emquanto podem
brevemente será um artigo de luxo, pois nossos mananciais estão sendo atacados
e nossas autoridades ainda usam vendas nos olhos.
Farinha de Mandioca,
"Mercado das Farinhas" Mercado Municipal de Estância Se
meus "ChipsMiolos" não estiverem enganados, este mercado foi
costruido na gestão de Leopoldo de Souza, pai de Raimundo Silveira Souza. Saindo
da Feira passamos perto de uma padaria antiga que foi do Sr.Raimundo Barreto. e
descemos então a famosa... 
continuando
com o passeio descemos então até ás margens do Rio Piauitinga
Rio Piauitínga
Realmente conhecer Estância é descobrir alguns segredos.

Ponte que une a cidade com o Bairro Bonfim.
Ponte que consta a sua construção talvez
no final do século XVIII, tem uma arquitetura clássica iguais às encontradas
em algumas cidades da Europa no estado de Sergipe existe uma igual em
Laranjeiras, mas a nossa é a nossa. A Ponte atravessa o Rio Piauitínga e
sua utilização podem imaginar no inicio do século por charretes, carroças
alem do publico que o atravessa em suas calçadas estreitas. Ela faz a ligação
entre a cidade de Estância e o Bairro Bonfim. Um detalhe construído
naquele tempo, onde não existiam carretas, caminhões onde transportam
toneladas seus construtores mesmo não adivinhado o futuro creio que nunca
pensaram na grande carga que a mesma suporta, e, além disso, fora cavada
para passar dutos, e continua firme, onde resistiu diversas enchentes. Podemos
considerar uma Maravilha Arquitetônica existente em nossa cidade.
Resistindo a fúria das águas do Rio Piauitínga em época de cheias e mesmo sendo
construída sem que seus engenheiros e operários soubessem, a velha ponte
atualmente suporta o peso de carretas que por lá trafegam. A sua salvação
cremos é sua largura um tanto quanto estreita, o que nos faz recordar os velhos tempos do “por favor, o
Senhor Primeiro” pois os carros que iam tinham que esperar aqueles que vinham pois só dá acesso a um
veículo por vez, inclusive na velha época. No lado direito existia um alambique que na década
de 60 foi demolido pela fúria das águas do Rio Piauitínga.
X.P.T.O. Local aprazível, de um lado às margens do Rio
Piauitínga,
do outro a BR 101 que corta a cidade de norte a Sul. Resistindo a diversas enchentes, principalmente a da década
de 60 onde ficou totalmente submerso, é um dos locais onde você se delicia com as iguarias da Terra. Além
de ter uma vista bonita da ponte que divide o Bairro Bonfim e o restante da Cidade. Atualmente
não está funcionando regularmente como nos tempos bons, mas ainda tem uns
quiosques ao seu redor.
Banho no Rio Piauitínga
Indo até Estância e não poder banhar-se nas águas
do Rio Piauitínga é como ir a Roma e não ver o Papa. Na velha época onde a poluição não atingia
suas águas, tínhamos o poço do Malheiros, muito bem freqüentado, o cotovelo, e o detalhe, havia
também o Poço dos Homens e o Poço das Mulheres, para quem
vinha pela Rua da Usina, o Poço de Lavar Carros, em frente ao
Grêmio perto da ponte do Bonfim o porque disso, detalhe podiam tomar banhos em pelo, é sim a proteção
natural da vegetação permitia a realizações destes eventos, o transtorno era
quando estávamos nos banhando e passava alguma mulher, ficávamos somente com a cabeça
do lado de fora e gritando, “Vão embora, estamos nus ! “ Imagino que a
curiosidade fervilhava naquela época, que devia ter muito o seu ar de graça.
Se você vai a Estância ou já está lá
vá depressa antes que esta maravilha acabe e não passe mais a ser um velho manancial sujo pelo lixo, e contaminado
de produtos químicos de industrias. Isto sem falar no desmatamento de suas margens. Vamos
agora visitar o Bairro Bonfim. 
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