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PROJETO RESGATE DA HISTÓRIA DE
ESTÂNCIA
JARDIM DE SERGIPE DEL REI
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Por: Francisco de Assis O.
da Cruz
SUA ECONOMIA - SUAS INDÚSTRIAS
ONTEM E HOJE
A mola mestra do mundo sempre foi e continuará
sendo a economia de um país, e de qualquer lugar. Buscarmos na história do
mundo, sempre houve um meio de se ganhar com produtos resultados de sua lavoura,
industrias ou outros meios de sobrevivência, mercar azeite grãos, trocar e
depois veio o sal, enfim a moeda como troca de um bem além do ouro. Toda esta parafernália
está inserida nas aptidões dos artesões, e atualmente nas
grandes industrias. Há aqueles que também fazem tudo para sair lucrando e aí
há milhões de meios ilícitos. O que se guarda, o que se tem e o que se
circula nas grandes cidades sempre em troca de outro bem, da produção da
aquisição, envolve saúde, vestes, seguros carros, alimentos enfim tudo. O
básico do ser humano o bem de consumo. O escoamento também faz parte da
economia, afinal se não fossem os meios de transportes, a contribuir
bastante para a economia, afinal haveria de ter um meio viável
do escoamento das produções e aquisição de mercadorias
aos destinos etecétara e bla bla bla.
Sendo Marcante desde Brasil colonial cultivo da Cana de açúcar, Algodão, a criação
Bovina em terras Sergipanas e mais particularmente em Estância. A
Rota Fluvial antigamente era beneficiada, com as chegadas de barcaças que
vinham da foz do rio Real onde chegavam pequenos navios, os depósitos ou
Trapiches como do Castro, Porto do Mato, Capivara e Estância, serviam de
armazenagem de grandes volumes de mercadorias vindo do estado da Bahia e sul do
Pais. Isto também ocorria com alguns passageiros que queriam ir mais depressa a
Salvador ou Recife, iam até o Crasto ou outro ponto de encontro embarcava em
uma barcaça ou saveiro e de lá iam em pequenos vapores aos seus
destinos.
Desde o império
e até hoje em dia mesmo com o aparecimento de veículos
motorizados,
caminhonetes, caminhões
e outros tipos, as carroças, burros
com seus "Caçoás"
serviam e servem de meios de escoamento
da economia
agro-pecuária.
Já na
parte terrestre, as mercadorias vinham em grandes comboios de mulas e
carroças, isto antes da construção da estrada de "rodagem" mandada
construir pelo dono da Fábrica Santa Cruz, logo após a chegada da malha de
ferro em Salgado e ai até agora não parou, Estância tinha um Aeródromo
"Campo de Aviação, onde hoje é a Cidade Nova, mas onde poderia ser um
impulso para aviões de carga, tornou-se inativo no final da década de 60
inicio de 70. A BR 101 com sua construção concluída na década de
60.
Agropecuária:
Engloba aqui todos
os tipos cultivados alguns com altas e baixa produção. (Não
temos índices)
Leite - Queijo - Manteiga
Araruta - Cultura
não muito cultivada, por ser muito trabalhosa, na colheita,
a debulhação torna-se muito cara.
Bananas - De todos
os tipos, Pão, d'água, maça, da terra,
Caju -
Muito cultivado entretanto no estado com pouca produção para
a
Industria
Côco
- Sergipe no total é famoso pelos seus coqueirais, embora
quem leva a
fama é a Bahia, pois todos conhecem como Coco da Bahia .
Entretanto sua fama está caindo, segundo
pesquisas, a maioria
os
coqueiros existentes em Sergipe, como no município de Estância, já
somam mais de sessenta anos.
Cajá -
Amarelinho pequeno muito gostoso, sua árvore costuma ter a casca
um tanto grossa e com saliências, que o pessoal antigamente tirava
fazer dados, muito bom para escultura.
Cajá-manga -
Alguns chamam de Cajarana
Canas - Do tipo
comum para fazer "Roletes" e moer para extrair o caldo
de cana, Não temos também a "pirojota"
apropriada para o fabrico
do mel, cachaça, e açúcar.
Carambolas - Apreciável
também seu doce ameixado
Goiabas
- Idem calda mole, dura, ou cascão
Graviola
- Sua polpa muito apreciada mas se quiser comer também pode
Ingá
- Muito escasso mas de sabor apreciável
Jaca
- Há algumas espécies de agradável sabor. Dura ou
Mole?
bom.... você decide
Laranja
- Sua cultura está tomando rumo diversificado devido
as Industrias locais.
Macaxeira - Aipim
- Não pode faltar à mesa de um bom Estanciano, de
todas as maneiras
principalmente
o seu bôlo
Mandioca -
Sua cultura registra tempos remotos pelos nossos índios.
Cultivada
e tendo seu produto apreciado por todo nordestino, e
popularizado em todo o Brasil, a
Farinha de mandioca, divide-se
diversas granulações.
Féculas
Fina - para fazer engrosante
Tapioca - para fazer goma e beijus
Meia fina - para ingerir com feijão Hummmm!
Grossa - para quem gosta
Bem torrada.
Mamona - Já
foi muita explorada junto com o Côco para extrair seu óleo.
Mangaba - Escassa
nos tabuleiros, terrenos com piçarras onde nasce muitos
pés seu sabor é inigualável que tal uma fábrica de polpa?
Maracujá
- Idem
Mexerica
- ou Tangerina
Melancia
- Fruto Tropical muito bem apreciável.
Pinha (Fruta
de Conde) - Em um quintal que se respeite não pode faltar.
Sapoti - Sujeito
a extinção fruto maravilhoso, porem sua madeira muito
cobiçada.
seu fruto atrai o
famoso
mamífero voador....
Aves - Perus
Galinhas e Codornas diversas granjas .
Bovino - Destacasse
desde a colonização do Recôncavo
Baiano, que tem
haver com a conquista de Sergipe Currais, na sua concentração em
Cachoeira (Ba) Santa
Luzia do Itanhy e Estância
e outras localidades.
Caprino - Não
foi numerosa, mas marcante
Ema (Criação
extinta)
Eqüinos
- Muito pouca criação.
Suíno - Existem
algumas pocilgas
Piscicultura - Chegando agora e deverá grandes
proporções com fazendas, onde
se pode iniciar com um Granja, uma boa Pocilga, e lá em baixo os
tanques onde podem ser criados camarões, peixes pacús e outras
espécies.
Distribuição de Energia Elétrica
Usina: Energia Elétrica
-
1 Instalada a Rua da Usina já próximo ao Rio
Piauitinga,
existia uma grande
casa
tinha geradores enormes alimentados a gasogênio que distribuía energia
elétrica
para algumas casas Estancianas.
Seu funcionamento variava de seis horas da noite até as 22
horas ou 23
horas
dependendo o dia. Me recordo do Senhor José
de Clara. Todas as manhãs passava para ir ao poçõ dos homens e vez ou outra
entrava lá para ver, pois havia uma casinha à beira do Rio que vinha da Usina,
visinho a ponte que vai para a Fábrica Senhor do Bonfim, antigamente era de
madeira com pilares de concreto. Não havia ainda a BR 101.
Usina:
Energia Elétrica
-
2 Esta Usina um pouco menor do que a instalada na Rua
da Usina também era
responsável pela distribuição de energia elétrica. Faláva-se
que o dono era o Dr.Pedro
Soares, depois a usina foi transformada na casa do Enfermeiro Júlio do Hospital
e atualmente o local perdeu sua localização com a construção do Hospital de
Estância.
Atualmente a Sulgipe -
Companhia Sul
Sergipana de Eletricidade - Com força gerada pelas correntes
fluviais
do Rio Piauí, que aciona as turbinas
onde alimentava parte da cidade
com troca até
as 22 horas
até uma certa época. Atualmente a Sulgipe pioneira no Sul do
Estado por excelência, venceu todas as Barreiras impostas pelo Ministério de
Minas e Energia, concessionária da Energipe para Estância, possui hoje um
corpo de Engenheiros e Técnicos onde garante as industrias e a população uma
boa qualidade de energia elétrica, proporcionando aumento de economia, conforto
utilidade e qualidade de Vida.
C.H.E.S.F.
- Companhia Hidroelétrica São Francisco -
Com sede na Cachoeira de
Paulo no
visinho estado da Bahia, fronteira com alagoas e Pernambuco, onde leva
energia para
grande parte do Nordeste do Brasil.
Planel - Planejamento e Construções Elétricas
Ltda., constrói linhas e redes elétricas para todo o sul do Estado de Sergipe fazendo inclusive
eletrificação rural
Confecções
Zelito Silva -
Iniciou de
modo tradicional, hoje é uma loja de confecções.
Sr.
Zuza - tinha seu atelier a Rua General Pedra (não existe mais)
Renner - Reginaldo
Silva (extinta)
hoje na capital Sergipana -Loja de Confecções (não
existe mais)
de modas Masculina
e
Feminina começou no Pernambuquinho, indo depois
instalar-se
a Rua Cap. Salomão. Gileno e Passinho - tinha sua "tenda" de alfaiate na antiga travessa
do mercado (não existe mais) Dida - Alfaiate - tinha sua oficina na antiga travessa do mercado. Profissão veio sendo abafada pela industria de roupas prontas.
Comércio em Geral
Souza Sobrinho & Cia Ltda.
-( extinta)
Rua Duque de Caxias - (Pernambuquinho)
- Secos e Molhados além de diversos artigos que vinha da
Bahia Em diversas barcaças.
Casa do Sr. José de Porcino
- Secos & Molhados
(não existe mais)
José Pinheiro Pinto Alvéolos
- Industria & Comercio - Comércio em geral a Rua Pernambuquinho,
distribui
para o comercio pequenos artigos.
Hoje somente a
Loja
George Jasmim (Eletro Domésticos
& Fazendas) (não existe mais)
Pedro
Advíncula da Cruz
(Secos & molhados - armarinho) - Conceituado comerciante desde os anos
30
onde começou a Praça Barão do Rio Branco, antigo Mercado
Municipal,
(atualmente é onde ficava a loja de sapatos do Sr. Ernesto
hoje uma lanchonete) funcionou ali, até
os anos 40 indo
depois instalar-se á Praça da Bandeira, onde ficou até 1971
quando faleceu. Minha mãe
continuou o negócio até 1976 encerrando suas
atividades. Mais de
quatorze milhões de cruzeiros na época
ficou sem receber de vendas a prazo
cerca de quinze pessoas
saldaram suas dívidas porém nós honramos as nossas. (não
existe mais)
José Ernesto (Sapataria)
- Com sua localização atualmente privilegiada, esquina da
travessa do
Mercado e
Praça Barão do Rio Branco, mantém há muitos
anos comercio de Sapatos e
artefatos de couro, mala de viagens, novidades Zé Ernesto como é
carinhosamente
chamado
(não existe mais) Hoje Lanchonete.
Kalil Abdon Web -
comerciante de Fazenda (não existe mais)
Casa
de Tecidos Dr: Archibaldo - extinto. Produto da Fábrica Menina ou Cotonifício
Piauitinga. Pedro Barreto Siqueira -
Auto Peças e Posto de Gasolina Rua Capitão Salomão
e Cachoeira (saída da
Cidade Zona Sul)
Sr.Américo - Armarinho Presentes
Armarinho Brasil Rua Capitão Salomão
(não existe mais)
Salomão Abdala - Fazendas
Praça da Bandeira
(não existe mais)
Milton Abdala - continuação
do comércio de Fazendas
José
Lino - Confecções e fazenda em geral.
Magazine Chic José Gomes de Oliva
- Presentes Objetos finos
Auto Peças Teixeira - José
Teixeira de Souza
Revendedoras
de Veículos Novos e Usados Produtos
Náuticos & Esportivos Produtos
de Caça & Pesca
Calçados João
Sapateiro (extinta casa) ficava na Rua cap. Salomão Sapataria
N. S. da Conceição de Roberto Passos, localizada na casa do Sr. Pedro
Advíncula da Cruz na Praça da Bandeira
Sr. Valdevino (extinto) Secos
& Molhados
Antônio
de Lourdes - Também comerciante no final da Praça da Bandeira tinha um armazém
de Secos e Molhados.
Domingos Silva & Filhos,
começou como Armazém ( Moveis Ideal incluía também
fábrica de colchões
de mola Ideal )
(não existe mais)
Dominguinhos - Comerciante localizáva-se
no final da Praça da Bandeira (oitão do Mercado Municipal)
Indústrias
Indústrias
Têxteis:
Fábrica Santa
Cruz - (Parada)
Fábrica Senhor do
Bonfim ( Grupo Constâncio Vieira)
Cotonifício Piauitinga -
Desativado
Fábrica de beneficiamento
de Tecido (Grupo Constâncio Vieira)
Industria de Destilação Álcool
e seus derivados:
(Alambique início da ladeira do Bonfim
- extinto) Destruído na década de 60 após uma enchente
do Rio
Piauitinga que fez ruir sua enorme estrutura,
que enchia os olhos da gente no lado direito de quem vai
para o Bairro Bonfim, isto é no começo
de sua ladeira.
O Grêmio um edifício enorme
de mais de cem metros de comprimento resistiu não tendo sorte
a estrutura
do Alambique.
(Alambique do Sr. Alizi Cardoso
Costa) (não existe mais)
Industria de Aproveitamento do Côco (não
existe mais)
Fábrica de Óleo
de Côco - (extinta - José Pinheiro Pinto Alvéolos)
Industria de Vidros (extinta)
Industria de aproveitamento de Fumo
Fábrica de charutos Walkíria
- Já teve seus dias de Glória os charutos tipo exportação
competiram com
os cubanos.
Industria de Beneficiamento de Madeira
(Serrarias )
Nicodemos Rua do Quilombo, hoje depósito da Prefeitura
Mundinho Rua do Quilombo
Pedro Mariano no Bairro Alagoas
Havia também nos fundos da fábrica de vidro em frente do Hospital de
Estância
Industria de Cerâmica:
(Olarias )
Localizadas na
sua maioria na zona Norte da cidade.
Indústria de Artefatos de Cimento
Fábrica de Postes
da Planel - Planejamento e Construções Elétrica Ltda.
Situada no Bairro Santa Cruz
Indústria Alimentícia
Biscoitos Salsichas Féculas
de Mandioca Sucos Corantes
para sorvete
Beneficiamento
da Farinha de Trigo
Fábrica de Produtos Alimentícios Estanciano -(João
Valentim) Biscoitos Estancianos
Industria Gráfica:
João Nascimento -
Papelaria Modelo (não existe
mais)
Divaldo Carvalho Costa -
Trapiches:
(inoperantes)
No Porto da Areia como é
chamado, haviam três atracadouros, pelo Rio Piauí
Um hoje conhecido como Campe,
Outro que pertencia a Souza Sobrinho
Capivara
Porto do Mato
Cultura em Geral
Fábricas de
fundo de quintal de:
Licores de Jenipapo
Doces - de Araçá - Goiaba - Banana - Cocadas -
Criação de
Faisão e Pavão
Criação de
Porquinho da Índia chamado aqui de "Preá"
Pé de Moleques
Quebra Queixo
Criação de
Ema Extinta ficava no antigo caminho para Salgado
Distrito Industrial de Estância - Sergipe
A idéia é maravilhosa, aumentam
os incentivos fiscais, oferece mão de obra qualificada. Antigamente dizíamos
oferece milhares de empregos,
porém com a automação industrial somente a mão
de obra
qualificada é que tem lugar nas futuras
indústrias.
Pergunto: Quando foi idealizado o local do
Distrito Industrial de Estância, fizeram um estudo ambiental ?
Verificaram o lençol freático,
reimplantaram as árvores nas margens do Rio Piauitinga, fizeram
tanques
para limpeza total de esgotos e dejetos químicos,
efetuam descartes de material químico, conforme
instruções normativas da ABNT
?. Verificaram que estudos geológicos apontavam para próximo
a ponte
do Bonfim a construção da Barragem
de Captação de água para estação de
tratamento de água para a
população ? Ou todo este falso
progresso foi um sonho político e escolha de local muito mal empregado
?
Grandes Industrias foram instaladas à margem
esquerda do Rio Piauitinga, antes da estação de
captação de água da cidade, não sabemos
entretanto se foram feitos estudos antes de sua
implantação, e que providências tomaram
referente aos seus dejetos químicos e orgânicos,
que provavelmente deverá ter em cada uma delas instaladas o seu meio de escoamento
destes produtos, visto que a população a utiliza.
Refiro-me ao tratamento de esgotos e tanques de decantação com anulação de produtos nocivos
a saúde.
Foto cedida por Pedro Advíncula da Cruz Neto.
Fábrica da
Brahma Construído
nos Anos 90 fica localizado no extremo, isto é no limite fronteira
de municípios de Estância e Itaporanga.
Pelo que apuramos não trouxe quase nenhum benefício para
a Estância no que se
diz em aproveitamento de mão de Obra.
Industria de Beneficiamento de Produtos Agrícolas
Amido Glucose
Maratá
- Grupo novo que agora é responsável pela industria.
Frutene
NOTA DE FALECIMENTO
Algumas fábricas em Estância,
atualmente estão se transformando em ELEFANTES - falência total.
Estância ganha nova Indústria
Duas Rodas
Dentro de alguns dias estará em funcionamento
na cidade Estância mais uma nova Indústria desta feita
a
nova fábrica irá extrair essência
de frutas naturais. Com esta mais nova indústria na cidade estará
minimizando um pouco o desemprego, já
que os maquinários modernos implica em capacitação
da mão de
obra, em 100 empregados. Os extratos
naturais da Duas Rodas, abastece outras tantas industrias de
sorvetes. Segundo fontes da capital do estado,
o Grupo estará também investindo em uma área para
plantio cítricos, com cerca de dois
mil hectares. Detalhes o Grupo vem de Jaraguá do Sul e é
de
origem alemã. Esperamos com isto
mais arrecadação de impostos e oportunidades para terceiros
na cidade
Estância. Um bom trabalho do Secretário
da Indústria e Comércio José Guimarães que
estuda a
possibilidade de atrair mais industrias para
Sergipe e principalmente para a nossa Cidade.
Nossas dúvidas: A Secretaria
do Meio Ambiente do Estado fará inspeção especializada?
Como a industria irá também trabalhar com produtos Químicos,
haverá tanque de
tratamento dos
dejetos para anular sua ação??
Haverá técnica necessária para efetuar Descarte ?
Comentário de quem não entende
de nada de Economia - o Autor.
( A crise econômica que está se abatendo no Mundo inteiro, com a tal GLOBALIZAÇÃO,
planejado
para beneficiar somente a países que
estão na frente quase 100 anos, com certeza desmantela as
industrias pequenas, que depende de operários
qualificados, onde para se ter um empregado totalmente
compatível com as atuais exigências, tem que
se medir pelo grau escolar, em um pais onde a maioria da
população, não tem acesso
a bons estabelecimentos que são caros, e que somente alguns bem
poucos
pertencentes ao governo que dá ensino grátis as oportunidades, são
ínfimas, pelo famoso Q.I. isto é
(quem
indica) isto custa anos para formação
de um bom profissional, se ele não tem uma boa base suas chances
de subir na vida é pequena ou quase
nenhuma. E isto com certeza abala uma estrutura formada pelos
paises do primeiro mundo, onde atualmente
o formado tem que ser como um Engenheiro Megatrónico, Eletrônico,
Mecânico,Civil, e tudo mais isto
é meter a mão na massa. Antigamente lembro-me que cada um
de nós teríamos que ter somente
uma profissão, esta tese fixou-se na mente de todos, que quem
sabia
consertar maquina de costura, ferro elétrico,
maquina de escrever, relógio, ser pedreiro, carpina e serviços elétricos
em geral, era tido como um um cara
curioso portanto não qualificado. Coisa totalmente diferente
da realidade atual que você tem que
ser tudo isto e mais alguma coisa. Quer um exemplo ? onde estão
as
seguintes profissões ? Telefonistas
(quantidade reduzida ) Operadores de Computador ? Operadores de
teletipos, Consertadores de máquina
de escrever ? (quantidade reduzidas) e tantas outras profissões
!.
Nos paises do primeiro mundo ganhar dinheiro
tem que ter dinheiro, para investir nas bolsas, para se ter
retorno, a maioria dos aposentados ganham
dinheiro em bolsas como a de Nova York e outras, e vemos o
resultado nos Carnavais do Rio e outras cidades
do Mediterrâneo a bordo de luxuosos transatlânticos,
cuja despesa de viajem é em torno de
Cem mil Dólares.
E nos Brasileiros? aposentados? temos que
complementar a renda vendendo cartões de telefones, ou
planos de saúde ou bombons ou pipocas para complementar a renda, senão não tem dinheiro para pagar
remédios etc, e pegar um ônibus para
ir daqui para ali.
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